segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

De Minas Gerais - Brasil




publicado em Poetas En/Cena 5. Belô Poético. Belo Horizonte:2011

Foto copiada de slide de Bilá Bernardes, retrata a cidade de Santo Antônio do Monte na década de 1960.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Este poema foi publicado no livro Poetas do Café, Pássaros Poetas e Trovadores.  Cristina Magalhães Herrmann(org). Bento Gonçalves: Grafite. 2007



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Belo Horizonte - Braços Abertos

Braços Abertos, poema que foi publicado pela Faculdade de Letras da UFMG, no livro Belo Horizonte em Verso e Prosa, foi também selecionado para o projeto Leitura para Todos, da Tela e Texto em parceria com a BHTRANS.  Por isso, pode ser lido nos ônibus de Belo Horizonte.

Um dos leitores no ônibus, foi Jônatas Reis, músico, que acrescentou melodia ao poema, além de outros sobre nossa capital e participou da Lei Municipal de Incentivo à Cultura em 2010. Não foi classificado assim como vários outros bons projetos.

Para compor o CD enviado ao projeto de lei, Jônatas fez gravação provisória, usando recursos digitais. Por isso, a pedido do compositor, não divulguei a música. Porém, com sua autorização, utilizei-a para criar um vídeo sobre BH.

É esse vídeo que lhes ofereço. Ouçam e vejam!



Jônatas produziu pequeno vídeo com mostras das 15 canções que compôs para homenagear Belo Horizonte "compostas em parceria com 12 poetas cujas letras têm como tema principal a cidade de Belo Horizonte e que foram publicadas em lâminas no transporte colçetivo de BH pelo projeto TEIA DE TEXTOS."







segunda-feira, 27 de junho de 2011

Belo Horizonte - Capital Humanizada


Poema ilustrado por Iara Abreu sendo parte de sua exposição Aspectos Urbanos que percorre vários espaços culturais em Belo Horizonte e Contagem e já está programada para outros países da América Latina. A ilustração abaixo mostra o original ilustrado por Iara e fotografado por Bilá.
   Também já foi publicado no livro BH em Verso e Prosa na UFMG e circulou em ônibus de Belo Horizonte, pelo projeto Leitura para Todos.

Capital Humanizada

Morar na capital
sentir-me no interior

Morar na capital
ser reconhecida
reconhecer
pessoas que passam pelas ruas

Cumprimentar e conversar
perguntar pela saúde da avó
pelo rendimento escolar do filho
dar notícias do senhor da esquina
que passou mal
mas já melhorou

Morar na capital
e ter como referências
de localização
um sinal (mais que mapas e plantas)
pessoas e lugares comuns
mercado, farmácia, banca de revistas
a lanchonete onde
se faz suco de açaí
próxima ao Banco onde o gerente
se chama Jaci

Ainda é assim a BH dos mineiros
que se recusam a ser
engolidos e mecanizados
pela modernidade
na metrópole que cresce ligeira
Mantêm a cidade
a serviço dos seres humanos,
faceira.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Tecituras, o poema virou música Vídeo - versão II

Significado de Tecitura

 

Quando escrevi o poema, encontrei várias pessoas que sugeriram mudar a grafia para Tessituras. Não concordei pois não falava de partituras, arranjos musicais. 

 

Não quis trocar por Tecido - substantivo masculino - que é algo acabado, pronto; minha intenção foi nomear a ação de tecer. Também nem pensei usar o termo tecelagem que poderia ser confundido com o espaço onde os tecelões trabalham.  

Por isso, mantive Tecituras, com c. 

 

Hoje, encontro o termo em dicionário online, definido como substantivo feminino. 

sf (tecer+ura) 1 Conjunto dos fios que se cruzam com a urdidura. por ext Arranjo, estrutura: Tecitura musical. (http://www.dicio.com.br/tecitura/)

Porém mantenho a idéia de expressar a ação de tecer entrelaçando fios. 

Bilá

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Surdez em Poesia do Brasil




O poema acima foi publicado com erro, não por responsabilidade do editor, mas porque a autora não deletara a primeira versão e, por engano, a enviou para a publicação. Está no volume 6 de Poesia do Brasil, antologia organizada por Ademir Bacca, em Bento Gonçalves, pela editora Grafite e apoio do Proyecto cultural Sur/Brasil, 2007.
Como bem diz Artur Gomes, poesia é inspiração e transpiração. A transpiração é o momento em que trabalhamos o poema procurando a melhor palavra para imprimir o sentimento ou para retirar palavras desnecessárias. É momento de riscar, rasurar, trocar, acrescentar.
Quando li o poema publicado no livro, deu-me vontade de poder voltar no tempo. Não sendo possível, fiz a edição e publico aqui. Para ser fiel, em seguida disponibilizo a versão que foi publicada em Bento Gonçalves.




Esse poema, ilustrado acima, foi publicado na agenda que a Prefeitura de SAMonte ofereceu aos educadores em 2011. Ilustra o mês de Setembro.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tecituras, o poema, virou música

Cristiano Lima, cantor, instrumentista experiente e compositor de Belo Horizonte,  gostou do poema de Bilá Bernardes e compôs melodia para ele.

Na gravação que  o vídeo reproduz, Malú Aires o acompanha com sua belíssima voz. Malú canta a música de abertura da novela O Clone, da rede Globo e foi parceira de Marcus Viana em vários projetos.

Cristiano imprime contemporaneidade em suas interpretações. Já tocou na noite em BH trabalho no qual dá uma pausa para gravar o CD em que, entre as canções, canta Tecituras, acompanhado de seu violão. Nesta música, acompanham-no Daniel Vianna ao piano e teclado, Edison Elloy no contrabaixo e Jackson Antunes na percursão.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil - Braços Abertos

Poema publicado na UFMG, no projeto " Leitura para Todos" - parceria de Teia e Texto com BHTRANS, e que, lido no ônibus, foi musicado por Jônatas Reis - uma bela melodia que valoriza muito o poema.




 

terça-feira, 22 de março de 2011

Belo Horizonte - Passeio de Domingo

Poema ilustrado pela artista plástica Iara Abreu e que é parte de sua exposição Aspectos Urbanos, já montada em vários espaços de BH.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Surdez





   

Surdité
Bilá Bernardes

Assourdissant
le bruit des canons

Assourdissant
le son des bombes
                               
sur le Moyen Orient
Assourdissant
le son de la mort silencieuse

dans la périphérie
de nos villes

Assourdissant 
le cri muet

de celui
qui se tait
sur les dénonciations
des abus
dans tous les espaces


Écoutez  le silence!
Écoutez ce qu'il pleure!
Écoutez ce qu'il dénonce!

La mort de la pensée
saigne plus
que les nouvelles
des journaux!


Pedi ajuda a Terezinka Pereira para avaliar algumas traduções que recebi deste poema para o inglês. Ela me fez vários comentários que me fizeram compreender minha resistência com traduções:

"ESSE POEMA EM INGLÊS NÃO SOA TÃO BEM COMO EM PORTUGUÊS.
E' UMA TRADUÇÃO QUASE IMPOSSÍVEL....

A PALAVRA "DEAFENING".... ETC. NÃO E' USADA
E NÃO CABE BEM EM NENHUMA PARTE.....
 
CORAJOSA TRADUÇÃO!!!!!!!!!!!!
SEU POEMA E' EXCELENTE EM PORTUGUÊS!
MAS MUITAS VEZES A GENTE PERDE NA TRADUÇÃO..."
 
 
 
 

Rumo



Para Aprender


Esta página é de um livro publicado em Roncagua- Chile, em Setembro d 2007.



Veja outros poemas com o tema aprendizagem em Psicopedagogia em Poesia!

Traduzido:

PARA APRENDER

Para aprender el alfabeto                                    
o cualquier otro dialecto u objeto                 
no basta estar alerta                               
no basta lo preciso

Para aprender                                                          
y transformar                                          
conocer en saber                                          
no basta el orden                                   
mucho menos resuelve                                 
estar inmóvil                                                   
con la actitud correcta


Para aprender                                         
cualquier cosa                                                   
que afecte                                              
marque, transforme                                            
y se construya proyectos                                
hay que deambular                                             
el afecto


Para Aprender
              Bilá Bernardes

Para Aprender
alfabeto
ou qualquer outro
dialeto ou objeto
não basta estar alerta
não basta o concreto

Para Aprender
e transformar
conhecer em saber
não basta decreto
muito menos resolve
ficar quieto
em atitude correta

Para Aprender
qualquer coisa
que lhe afete
marque, transforme
e se construa projeto
há que circular
o afeto
      

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Publicado na Gazeta Montense


Belo Horizonte - Clima de Agosto


Máscaras


Café Temperado


Belo Horizonte - Crepúsculo


Bibliografia em Fotos

Estas são algumas antologias, folderes e folhetos onde publicaram poemas da Bilá. Logo teremos outros.

Tecituras



TEJIDOS
Quiero tejer mi vida
Con nuevos tejidos
Más ligeros
Coloridos
Con muchos retrocesos
De más deslices

Quiero tejer mi vida
Con otros momentos
Juntos, afuera y adentro
Más felices
Sin ataduras

Pero con lazos.



Minha Alegria


Emergência